O leitor identificado

30.7.05

Ontem, pelas onze e um quarto, o escritor foi chamado à esquadra de Santa Marta para proceder à identificação dos seus leitores.

[para o senhor Costa Santos]

posted by rui at 30.7.05

Homens de casa desesperados

Gostava mais do outro template. Ainda por cima o fundo deste é laranja!!!
Tu e o Filipe combinaram remodelar as «vossas casas» ou é algum vírus que anda à solta na blogoesfera nacional?

[pergunta pertinentemente uma leitora].

posted by rui at 30.7.05

Chambrée

29.7.05

Once he and his valet had words. Afterward, Churchill rumbled: «You were rude». His manservant, forgetting his station, said, «You were rude, too.» Churchill pouted. After a moment he said: «But I am a great man».

[William Manchester, The Last Lion, Dell, 1983, p. 25]

posted by rui at 29.7.05

Psicologia eleitoral

A presidência da república é o pacifier do dr. Mário Soares.

posted by rui at 29.7.05

Maria de Jesus Barroso não é fixe

28.7.05

(por um ex-aluno).

posted by rui at 28.7.05

Coluna cervical também é cérebro

Ler Pessoa e ir ao Requinte são afazeres cerebrais.

posted by rui at 28.7.05

Conversa de chambre

Nenhuma mulher é grande para o seu valet de chambre.

posted by rui at 28.7.05

Totalitário

27.7.05

Aquilo para o qual não há exterior. Aquilo que a todos vê e por ninguém é visto. Aquilo que não é tornado relativo por nada ou ninguém.

posted by rui at 27.7.05

Falta a paciência

para a subsidiada e encenada rebeldia.

posted by rui at 27.7.05

Conversa de cama

O kitsch é um turn-off, por demasiado cerebral.

posted by rui at 27.7.05

os bastidores dos bastidores dos bastidores

26.7.05


[Obrigado pela resposta]

posted by rui at 26.7.05

Florescer do renovo

Hoje até eu vim aqui à procura de posts novos e não encontrei nenhum.

posted by rui at 26.7.05

I'm going slightly metric

20.7.05

posted by rui at 20.7.05

Fuck all that we've got to get on with these

19.7.05

qwertyuiop
asdfghjklç
zxcvbnm

posted by rui at 19.7.05

15.7.05

aqui qualquer coisa de misterioso.

posted by rui at 15.7.05

Festa

Como é sabido, as promessas não são para cumprir, mas por uma vez tem de ser: na próxima sexta-feira, dia 15, a partir das 22h, haverá regabofe dançante com o sonoro devidamente seleccionado pelos DJ’s do Quasefamosos. Será dada entrada preferencial a grupos com coreografias ensaiadas (isto para elas). Os gajos que conseguirem imitar o sô Antony (sem os Johnsons) terão direito a bar aberto de Caprisone. Em alternativa podem entrar acompanhados pelo João Lisboa. Esperamos gente gira e diferente. Tudo na Rua do Conde, n.º 57, na danceteria D&D. Se tiverem dificuldade em encontrar o sítio, sigam a batida esfuziante de um Wim Mertens ou quiçá de uns LCD. (A Rua do Conde fica junto ao Largo em frente ao Museu de Arte Antiga, perto dos saudosos Stones).

Os QuaseFamosos.

posted by rui at 15.7.05

St. Elmo's Fire

14.7.05

Se pudor não tinha, por não sentir lealdade, era porque de ninguém preservava a intimidade. Era de uma obscenidade atroz. Regou-se repetidamente com gasolina e, no meio da rua, clicou em «publique-se». Sentia-se uma Demi Moore flamejante, sentada abraçada às pernas no canto do quarto com as janelas abertas de par em par: ridículo e sexy.

posted by rui at 14.7.05

Os vinte e três dias da cidade de Alba (VI)

Não sucedeu nada, como nada sucedeu nos oito dias e nas oito noites que se seguiram. Aconteceu apenas que os burgueses tiveram tempo para se aperceber que os partigiani eram na sua maioria admiráveis rapazes e que, como tal, tinham horríveis defeitos, e que em matéria de governo civil os republicanos eram mais competentes do que eles. Sucedeu ainda que num daqueles dias, à hora do almoço, ouviram-se na Rádio Turim os chefes fascistas do Piemonte a jurar alternadamente que a desonra de Alba seria lavada, a bárbara dominação partigiana invertida, etc. etc.
Na manhã de 24 de Outubro, as sentinelas do rio, que de madrugada pescavam com granadas de mão fazendo uma chacina de peixes que ainda hoje os pescadores lamentam, viram avançar na estrada Alba-Bra uma nuvem de pó da qual saía um som de motores. Espiando nos intervalos entre um choupo e outro, contaram uma dúzia de grandes camiões e um par de pequenos tanques.
A sirene municipal soou sobre Alba, os civis esconderam-se nas caves e a guranição correu para os diques pois os primeiros golpes já se trocavam por cima do rio.
A república estabeleceu uma frente de não mais de meio quilómetro, estendida entre um pessegal e um areal, e procurou forçar no melhor ponto para passar a vau, imediatamente a jusante da ponte bombardeada pelos ingleses. Mas os partigiani concentraram a metralha e quando os outros vieram a campo, fizeram uma salva que os mandou de volta para as silvas. Até que fizeram avançar um dos blindados que se anichou no areal como um verme. Fazendo fogo de todas as suas bocas, entrou na água de dois palmos, mas um morteiro partigiano acertou-lhe um golpe de 81 que fez desabar o terreno sob o tanque, que depois teve de fazer muitos trejeitos para se ir embora dali.

posted by rui at 14.7.05

Festa

13.7.05

Como é sabido, as promessas não são para cumprir, mas por uma vez tem de ser: na próxima sexta-feira, dia 15, a partir das 22h, haverá regabofe dançante com o sonoro devidamente seleccionado pelos DJ’s do Quasefamosos. Será dada entrada preferencial a grupos com coreografias ensaiadas (isto para elas). Os gajos que conseguirem imitar o sô Antony (sem os Johnsons) terão direito a bar aberto de Caprisone. Em alternativa podem entrar acompanhados pelo João Lisboa. Esperamos gente gira e diferente. Tudo na Rua do Conde, n.º 57, na danceteria D&D. Se tiverem dificuldade em encontrar o sítio, sigam a batida esfuziante de um Wim Mertens ou quiçá de uns LCD. (A Rua do Conde fica junto ao Largo em frente ao Museu de Arte Antiga, perto dos saudosos Stones).

Os QuaseFamosos.

posted by rui at 13.7.05

Universidade da vida

Undergrad


Grad


Post-grad

posted by rui at 13.7.05

Mrs. Landingham

posted by rui at 13.7.05

Os vinte e três dias da cidade de Alba (V)

Outros andavam às voltas com uma lista na mão dos oficiais efectivos e de reserva da cidade. Vestidos de partigiani, tocavam-lhes às portas, e depois saíam ataviados de tenentes, capitães e coronéis. Imediatamente, invadiam os estúdios dos fotógrafos e posavam naquelas fardas, com aquela cara de combate que por si só racha o inimigo.
Entretanto, no Internato do Colégio Cívico, que havia sido destinado ao Comando da Praça, os comandantes sentavam-se enfrentando graves problemas de defesa, de abastecimento e de administração civil em geral. Tinham todo o ar de quem não percebe nada daquilo, até houve um chefe que o confessou no início da reunião; secretamente, faziam uns aos outros uma certa pena por não saberem o quê e como deliberar. Isso não os impediu de deliberar até ser de noite.
Aquela primeira noite de ocupação passou branca para civis e partigiani. Não se pode pregar olho numa cidade conquistada a um inimigo que não foi vencido. E se a guarnição fugitiva tivesse mudado de ideias, ou tivesse encontrado pelo caminho quem lhas tivesse feito mudar, e tentasse reentrar em Alba naquela mesma noite? Na insónia, os burgueses lembravam-se que, na noite anterior, ao cair do primeiro escuro, o perigo estava no ar e deformava estranhamente as casas e as ruas, fazia os ruídos pesados, e tornava a cidade irreconhecível para quem nela fosse nado e criado. E os partigiani que nas montanhas conseguiam dormir sentados no sopé de um castanheiro, sobre os catres da caserna não fecharam os olhos. Pensavam, e naquele tipo de pensamento que a espaços leva ao pesadelo, Alba parecia-lhes uma grande ratoeira de cadeado já na porta. Era o efeito de sentirem-se fechados pela primeira vez; as rondas que faziam pela cidade no fresco da noite eram muito mais tranquilas e despreocupadas.

posted by rui at 13.7.05

Os vinte e três dias da cidade de Alba (IV)

12.7.05

Entretanto, na rua Maestra, não havia mais nada para ver: chegados ao topo, os partigiani escapuliram-se. Uma multidão, que a cada esquina engrossava, correu aos dois prostíbulos da cidade, arrastando atrás de si uma cauda de putos que por sorte pararam à porta à espera que saísse aquele tal partigiano cuja farda ou cuja arma os tinham mais vivamente impressionado. Naquelas duas casas trabalhavam oito profissionais que, naquele dia e nos dias seguintes, alcançaram feitos dignos de medalha de mérito. As madames estiveram igualmente bem, conseguindo sacar a maior parte do dinheiro devido, coisa milagrosa com gente como os partigiani habituada a que tudo lhes seja oferecido.
Mas nem todos foram às putas, naturalmente, aliás a maioria andava pela cidade a requisitar automóveis, pneus e gasolina. Sem que deixassem de discutir com as armas destravadas, desencantaram e apresaram uma quantidade de automóveis com os quais iniciaram uma emocionante escola de condução na rua da circunvalação. Pelas ruas, corriam partigiani fazendo girar pneus como os garotos de antanho nos jardins públicos. Por causa disto, a gasolina a todos punha febris. Naquele primeiro dia e nos seguintes também, destapavam os tanques das bombas de gasolina e deitavam-se com a barriga no asfalto e a cabeça dentro das tampas. – Os tanques estão secos, estão secos há um ano – juravam os donos, mas os partigiani olhavam para eles de esguelha e diziam ver-lhe os reflexos, e que portanto gasolina havia. Os donos tentavam explicar que os reflexos vinham dos dois dedos de gasolina que restavam em cada tanque vazio, mas que a bomba já não os sugava. Sendo assim, os partigiani enchiam os tanques de insultos e deixavam os donos tapá-los. Gasolina, pouquíssima, cravaram-na aos particulares, transportando-a em frascos. Aquilo que encontraram em abundância foi éter, solvente e água-rás dos quais fizeram uma mistela que deu cabo dos motores.

posted by rui at 12.7.05

Sociólogas inesquecíveis (número de homenagem)

Ao Filipe Nunes, a propósito da nº 4.


A RAPARIGA DE CAMBRIDGE

Queria conhecer intimamente conhecer
a rapariga anónima estendida no relvado
ao sol distante de um colégio de cambridge
Perdida na distância nem sei bem
se é uma mulher se rapariga
mais uma das amadas raparigas
Sei apenas que lê não sei o quê
e é simples objecto recortado
na margem verde intensamente verde
após a água mansa que reflecte os edifícios
Urgente é conhecer aquela que só veio num postal
mandado por alguém que certamente não sabia
o que essa rapariga ao sol para mim significaria
Ela devia saber um português profundissímo
ou talvez as coisas que eu tinha para lhe dizer
as conseguisse de repente dizer num inglês
que fosse a melhor parte de mim
Definitivamente todo este dia-a-dia
contra o qual esmago a minha melhor lança
como que um sobressalto passaria
O meu reino pela rapariga de cambridge
Se eu a conhecesse mas no momento da fotografia
sentindo agora o que à distância sinto
pode dizer-se que seria feliz
Só assim o seria finalmente
há uma força obscura que mo diz.

[Ruy Belo, Todos os Poemas, Lisboa, Assírio e Alvim, 2000, pp. 213-214.]

posted by rui at 12.7.05

Sabemos que o mundo está perdido

11.7.05

quando a Disney financia, não um, mas três filmes «Pirates of the Caribbean», com o lead mais genialmente gay dos últimos anos (o campy queer Depp) e agora, assim parece, Keith Richards, para fazer de pai de Depp. (Está bem que não nos ofereçamos nós próprios como exemplo, mas) é este o exemplo que queremos dar aos nossos filhos? É?

posted by rui at 11.7.05

Geeks

Outros casais vêem filmes pornográficos. Eles vêem, juntinhos no sofá, o «West Wing».

posted by rui at 11.7.05

Da fase «séries que impõem respeito» *

«Young Lawyers».


*post hoc ergo propter hoc Bombyx-Mori

posted by rui at 11.7.05

Ferris Bueller

Há quem não perceba certos posts.

posted by rui at 11.7.05

Andrew McCarthy

Havia quem gostasse. Havia quem preferisse o James Spader.

posted by rui at 11.7.05

Ally Sheedy

Está aqui tudo.

posted by rui at 11.7.05

Molly Ringwald

não é um nome como outro qualquer.

posted by rui at 11.7.05

Halle quê?

Rosario Dawson.

posted by rui at 11.7.05

Momento íntimo

Edward James Olmos e James Earl Jones são duas pessoas diferentes.

posted by rui at 11.7.05

Miss Holloway

Mas por que é que quem gosta de levar umas palmadinhas no rabo nunca pode ser normal?

posted by rui at 11.7.05

Os vinte e três dias da cidade de Alba (III)


Entre os homens desfilaram os partigiani, em roupas varonis, e, aqui, alguém na multidão murmurou - Ai, pobre Itália! – porque estes rapazes tinham uma catadura e um andar tais que os citadinos começaram todos a piscar os olhos. Os comandantes, que por esta altura já não se iludiam, na véspera da descida tinham dado ordens aos partigiani para que ficassem quietos nas montanhas, mas estes disseram aos comandantes para se irem foder, e lançaram-se por aí abaixo para a cidade.
A propósito dos chefes, os chefes entraram logo no município para tratar com o comissário prefeito e a seguir, sob convite do mesmo, apresentaram-se na varanda, lentamente, para dar todo o tempo ao contínuo para lhes estender um rico pano sobre a balaustrada. Mas viram a praça vazia em baixo e desertas as varandas defronte. De maneira que a guarda do corpo correu pela rua Maestra a mandar para a praça quantos encontrava. Aos empurrões, juntou-se uma centena, e assim ficaram com os olhos em alto mas de braços caídos. Então, os guardas do corpo serpentearam pelo ajuntamento, perguntando por entre os dentes: -Ei, porque não batem as palmas? – Bateram-nas todos e interminavelmente, mas não de coração. Houve um momento de pasmo: naquela varanda estavam tantos chefes que, em proporção, a tropa deveria ser de vinte mil e não de dois mil homens, e depois na primeira fila estava um chefe que por cima de uns calções curtos como aqueles das bailarinas usava um casaco de pelica que de longe parecia arminho, e um outro chefe que tinha uma farda completa de borracha preta, com fechos reluzentes.

posted by rui at 11.7.05

Os vinte e três dias da cidade de Alba (II)

10.7.05

Os partigiani esconderam-se nas portas e portões, os burgueses rolaram escada abaixo para a cozinha, umas quantas brigadas correram para os diques, de onde abriram fogo de metralhadora que matou uma vaca que pastava na outra margem e espaventou os republicanos que, no entanto, marcharam dali para fora a bom ritmo.
E foi então que um qualquer se amarrou ao cabo do sino grande da catedral, e outros às cordas dos sinos das outras oito igrejas de Alba e era como se sobre a cidade chovessem estilhaços de bronze. A gente, parada ou andasse, tinha a cabeça metida para dentro dos ombros e tinha a cara dos bêbados ou a cara de quem está à espera que lhe façam cócegas. Assim a gente, esmagada contra as paredes da rua Maestra, viu passar os partigiani das Langhe. Não era como se nunca os tivessem visto; no tempo em que estava em Alba a guarnição do Segundo Regimento de Caçadores dos Apeninos, quando estes regressavam da volta a peneirar uma parte das Langhe, havia sempre um ou dois com as mãos ligadas com fio de ferro e a cara desmanchada, mas eram apenas um ou dois, enquanto que agora eram todos (como acreditar que existissem outros mais?) e na sua melhor forma.
Foi a mais selvagem parada da história moderna: só em divisas havia para mais de cem carnavais. Fez uma impressão sem par aquele simples partigiano que passou revestido com o uniforme de gala de coronel de artilharia com os alamares negros e as faixas amarelas e à volta da cintura o cinturão preto e vermelho dos bombeiros com o grosso colchete. Desfilaram os badogliani com o lenço azul pelos ombros e os garibaldini de lenço vermelho, e todos, ou quase todos, levavam bordado por cima do lenço o nome de guerra. A gente lia-os como se lêem os números nas costas dos corredores ciclistas; liam-se nomes românticos e formidáveis, que iam de Rolando a Dinamite.

posted by rui at 10.7.05

Os vinte e três dias da cidade de Alba (I)

8.7.05

Alba tomaram-na dois mil em 10 de Outubro e perderam-na duzentos em 2 de Novembro do ano de 1944.
Nos primeiros dias de Outubro, a guarnição republicana, sentindo faltar-lhe o fôlego por causa do aperto que os partigiani lhe davam das colinas (não dormiam havia já semanas, todas as noites desciam a fazer um bordel com as armas, os próprios burgueses estavam esgotados embora nunca saíssem da cama), a guarnição mandou dizer aos padres para dizer aos partigiani que evacuava, logo que os partigiani garantissem o seu êxodo incólume. Os partigiani assentiram, e na manhã de 10 de Outubro a guarnição partiu.
Os republicanos passaram o rio Tanaro com armas e bagagens, olhando por cima do ombro para ver se os partigini que os rendiam não os seguiam demasiado perto, e alguns sem que o parecesse davam corridinhas em frente aos camaradas, de modo a que, se detrás disparassem um tiro à má-fila, não fossem as suas costas as primeiras a encaixá-lo. Quando depois atravessaram para a outra margem, e nesta deles nada mais restasse que poeira cadente, então pararam e voltaram-se todos, e na direcção da cidade libertada de Alba gritaram: - Vendidos, cães traidores, voltaremos e enforcar-vos-emos a todos! - Depois, foram vistos da cidade a correr em roda em direcção a um único ponto: era a tropa que se apinhava para consolar os seus oficiais que choravam e guinchavam que se sentiam a morrer de vergonha. E quando lhes pareceu que já tinham sido suficientemente consolados, tornaram a voltar-se para a cidade e a gritar: Vendidos, cães bastardos…! – etc., mas desta vez com um pouco mais de substância, pois nem só de impróprios era feito tudo aquilo que mandavam; também mandaram morteiradas que depois acabaram por dar um belo lucro aos curtumes da cidade.

posted by rui at 8.7.05

Os vinte e três dias da cidade de Alba


Vou começar hoje a tradução de um conto de Beppe Fenoglio, «I ventitre giorni della città di Alba». Uma página por dia, mais ou menos. Sem querer fazer de contracapa (muito menos de google), direi apenas que se trata de uma das primeiras crónicas verdadeiramente sinceras das contradições intestinas da Resistência partigiana. Espero que gostem.

posted by rui at 8.7.05